Sobre hádrons, amores e o fim do mundo

Postado em Uncategorized em Agosto 8, 2008 por vidaefemera

Hoje pela manhã li em um dos blogs que acesso diariamento a notícia sobre o iminente teste do LHC (Large Hadron Colidder) ou Grande Colisor de Hádrons do Centro Europeu de Estudos de Energia Nuclear.

Fiquei fascinado pelo tal aparelho, um anel de 27 km de diâmetro (!) formado por magnetos gigantescos, um sistema de refrigeração absurdo e um fim mais louco ainda. Ah, é aí que você queria chegar né? Afina, para que raios serve esse negócio fantástico.

Bom, para não me tornar chato, vou ser suscinto: átomos, são formados por partículas ok? Bom tudo o que vemos hoje no universo é resultados de colisões primárias dessas partículas que formaram os átomos e todo o resto da matéria. Bom, o que os caras vão fazer é reproduzir essa colisão inicial, um mini Big Bang por assim dizer que necessita de uma força inimaginável para acontecer. Comofas??? Pegue duas partículas subatômicas e faça ela dar voltas e voltas no anel de 27 km até acelerar à velocidade da luz, algo em torno de 300 mil km por segundo. No sentido contrário, faça o mesmo com outra partícula e, quando as duas estiverem quase virando luz, bata uma na outra.

Estamos falando de uma colisão à velocidade somada de 9 elevado à décima potência metros por segundo… Isso é muita energia! Tanta que seria capaz de criar um burando negro, um portal dimensional, uma matéria estranha, ninguém sabe! Todo mundo finge que sabe mas de acordo com alguns cientistas pode ser o fim de tudo. Pense. Os caras reproduzem uma situação que só ocorreu no início do Universo, quem garante que isso não criará uma matéria estranha que vai tranformar tudo em matéria estranha e engolir eu, você, seu computador, sua casa, seu cachorro e todo o resto do planeta e do sistema solar. Louco né?

Sem querer discutir se vai ou não acontecer um cataclisma multidimensional o que quero dizer é que, por alguns instantes, a simples possibilidade de tudo o que conheço acabar hoje me fez ver o quanto não fiz nada, o quanto minha vidinha é pequena e o quanto eu poderia ter feito. Gosto do caos, de possibilidade de ver o mundo se acabando em chamas, tudo pegando fogo, explosões e etc, isso faz minha imaginação voar alto, mas nesse caso, fora a fotografia hollywoodiana de tudo pegando fogo me perguntei… Eu falei que gostava da minha família hoje, eu disse eu amo você o suficiente, eu dei aquela moeda pro cara na rua, eu dei passagem no trânsito o suficiente, eu sorri, eu falei obrigado, eu levei meu trabalho a sério o suficiente? Qual é o meu legado, o que eu fiz que foi memorável?

Sabe, a conclusão a que eu cheguei foi que esses marcos que todo mundo reconhece como fundamentais, escrever um livro, plantar uma árvore, ter um filho… Cara, isso é coeso e normal demais… Sabe o que eu deixo? Um sorriso nos lábios de uma das mulheres que tive ao acordar e me ver ao seu lado. Sabe o que eu deixo? Um conselho que fez um dos meus amigos repensar na vida… O primeiro beijo que dei no meu irmão depois de 22 anos de vida dele. O orgulho do meu pai em saber que vou compartilhar com ele a São Silvestre desse ano, mesmo que nem ela, nem São Paulo, nem o Sistema Solar exista mais. O momento em que vi o sorriso do meu velho e dei-lhe um aperto de mão foi e sempre será eterno.

Os marcos são muito pessoais não é? Um alô, um olhar, uma lágrima, uma surpresa… Um choro… São fatos que são atemporais, seus, meus e só nossos de mais ninguém.

Pensando assim eu me senti realizado, eu fiz sim diversas pessoas felizes, eu dei muito prazer, alegria, gozo, satisfação, orgulho… e também raiva e desgosto, mas isso uma pequena parte que todo mundo um dia acaba causando.

Depois que passei a pensar nesses meus marcos, incrivel, lembrei do rosto de cada pessoa a quem eu dei um tipo de sentimento bom, e o que mais me encanta é lembrar do brilho dos olhos, talvez a forma que mais bem represente o possível cataclisma atômico: uma faísca de luz inesquecível, dentro de uma imensidão negra…

Que se o Universo acabar hoje ou quando o tal do LHC funcionar, acabe com um brilho nos olhos… Que seja inesquecível pra você, pra mim e para a pessoa em quem você tá pensando agora também.

Até…

Expectativas com um laço

Postado em Uncategorized em Agosto 7, 2008 por vidaefemera

Sempre fui um homem de poucos amores, sério… Não sei se pelo pai dedicado qu há 27 anos cuida de nossa família e ama incondicionalmente minha mãe, mas nunca fui aquele modelo de homem que se encontra por aí: que quer saber de beijar o maior número possível de bocas numa balada não importando se, ao final, não saberá o nome de nenhuma delas.

Sempre fui um cara charmoso (se você achar convencimento, perdoa esse que vos fala, não é a intenção) é verdade, aprendi a conquistar uma mulher, entendo a mente desse ser superior, do que elas gostam. Tá, como disse pode parecer pretensão, mas consigo sim conquistar uma pessoa com um olhar, um jeito de falar, com aquela percebida no corte de cabelo novo e isso, meus amigos, foi por muitas vezes mais causa de problemas do que vantagens.

Como disse tive poucos amores, amores que duraram muito, algumas aventuras também… que podem ter deixado cicatrizes na outra parte e por isso peço desculpas, perdão. É fato que em algumas vezes me perdi na própria conduta, agradei demais, exigi de menos, liberdade foi confundida com libertinagem mas isso não vem ao caso. São águas passadas que não movem moinhos.

Quando comecei a escrever esse blog eu tava saindo de um amor duradouro, que depois se revelou um poço de sentimentos menos nobres… Tava entrando numa aventura, que não ia a lugar nenhum (e graças à força universal que rege essa parada aqui acordei).

Sai dessa aventura e entrei em uma outra, que vou confessar, tá sendo parada dura cujos detalhes vou colocar aqui num outro post.

Bom, a verdade é foram poucas as vezes que, quando decidi ficar com alguém, fui rejeita e isso me fode… Sério, sem vaselina ou KY… Eu piro e alterno fazes de romantismo extremo e decisão com negação e indiferença. Pode não ser a melhor maneira de lidar com esse tipo de questão, mas daí o modo como eu lido com algumas coisas também é matéria pra outro post.

Ontem durante o dia eu tava no modo indiferença e negação, coisa que mudou completamente à noite (fazer oque, como li no Não2Não1, um ótimo blog do qual virei leitor de carteirinha não podemos viver sob a coerência total). Essa guinada de opinião que tá durando até agora me fez pensar num presente para a pessoa motivo dessa míriade de sentimentos.

Foi um comentário dela que me fez criar o presente, pensado nos mínimos detalhes para agradar em cheio e talvez resolver as questões que impedem que esse talvez grande amor aconteça, comecei a organizar os elementos na hora do almoço, juntando-os com na convicção de quem iria agradar em cheio. Um cachecol, rosas (uma de cada cor, chocolates) e um bilhete que diz “para a mulher que tem tudo” e só.

Caixa colorida, fita, duplo laço, papel de seda no forro… perfeito! Faria inveja em quem o visse eu acho.

Pretendia leva-lo na surdina, deixar com o porteiro para que na volta do dia, da balada, do cinema ou sei lá oque ela o encontrasse mas, pela conjunção de fatores cósmicos, carnais, espirituais, energéticos e tudo mais o que o valha quando eu estaciono o meu carro à frente da garagem, ligando o pisca alerta para o que seria uma parada mais do que rápida o que eu encontro saindo da garagem com o carro? Pois é… pedi tanto para que ela estivesse em casa para receber o resultado do meu apego e dedicação que dei de cara com ela. Entreguei a “jóia” num misto de correria, susto e indiferença e negação: “oi, vim te deixar isso, tudo bem? tô atrasado, depois você o vê, tchau”… Idiota!!! Talvez eu tenha estragado a surpresa, talvez a tenha melhorado, talvez eu nem vá conhecer o resultado disso tudo, ou talvez o resultado seja o início a continuação do maior amor da minha vida. Prefiro viver assim, às vezes, quando tenho coragem… Rs.

Até… Volto para contar qual foi o resultado.

De volta aqui…

Postado em Uncategorized em Julho 17, 2008 por vidaefemera

Eu sempre tive um problema sério, imagino demais.

Imagino tudo, daquela cantada na garota que eu tava afim até a ida à academia para pegar um mieserável ficha de inscrição e começar a malhar… pra fazer isso eu demorei semanas!

Puta que o pariu, que coisa ridícula. Até pra voltar a escrever no blog, fonte de curiosidade para uma pessoa muito querida, eu demorei dias! Peguei o laptop, liguei, conectei e… fiquei jogando GTA. Estranho, deprimente, chato, revoltante.

É engraçado como a gente se contenta com o pouco, se contenta com a rotina medíocre de um dia de levantar as sete e muito, vestir a mesma roupa da semana passada, se arrumar no automático, sem um porque, manja? Um dia de se ir pro trampo pegando o mesmo caminho de todo dia, ouvindo as mesmas músicas todos os dias. Que saco…

O pior do que se acostumar com a rotina é não conseguir sair dela. É ficar revoltado por estar ali naquele círculo vicioso e não fazer nada pra romper as barreiras que te separam desse mundinho ridículo das infinitas possibilidades que há lá fora.

Lembro como entrei, sei como sair, não sei porque não dou o primeiro passo.

Até certo ponto me sinto orgulhoso de ter começado a digitar de novo coisas aqui no blog… Até certo ponto porque eu não sei se vou continuar amanhã. Me sinto orgulhoso também, porque fui até a academia, se mexer faz bem, é necesário. Espero poder descontar todas as chateações do dia suando feito um porco na esteira. Espero que meus joelhos aguentem. Rs.

Até….

A certeza é que não há certeza.

Postado em Uncategorized em Março 26, 2008 por vidaefemera

Porque temos que decidir coisas na vida? Acho que essa é mais uma das contrapartidas do ser humano. “Tudo bem, vocês ficam no topo da cadeia, mas tem que decidir…” deve ter declarado quem quer que tenha criado isso aqui que chamamos de mundo.

Puta coisa difícil, puta processo lento é decidir. Decidir é um saco.

Não é nem o fato de você escolher uma coisa e deixar outra, são todos os anexos a que essa ação vem atrelada… “o que é melhor”, “o que é garantido”, “o que fará melhor pra mim”… E porque raios, não se pode ficar com o melhor de cada lado da decisão. É sim, uma média ponderada… soma tudo e divide por dois. Sei lá.

Não… não dá. Você tem sempre que sair perdendo… e não adianta, em algum momento do caminho que você escolheu seguir ali vai estar um fato, aquele fato, que te fará pensar se a decisão foi acertada ou se você deveria ter pegado a esquerda ao invés da direita.

O que é pior do que isso? São os primeiros momentos da decisão, minutos, horas, dias, semanas… Parecem intermináveis esses primeiros momentos. Quando você opta, por um caminho que parecia ser melhor, e nestes primeiros momentos acontece e aparece de um tudo para dificultar ou mudar a percepção.

Quando você se depara com esses primeiros fatos, o que fazer? Como agir? Voltar para o início? Pegar o outro caminho?

Não! Se você chegou a esse ponto, desista, não há mais como voltar, você já escolheu. Se você chegou nesse ponto, ergue a cabeça, junta as forças porque duas coisas podem acontecer: um, o caminho que você escolheu é sim o correto, você tá numa ladeira que vai ter fim, FORÇA! Dois: você escolheu o caminho errado. Se você escolheu o caminho errado, duas coisas podem acontecer. As duas dependem de força, ou você vai voltar e trilhar o caminho que o correto no inicío e que você não tomou, ou você vai abaixar a cabeça e se acostumar com a derrota. O que não é lá muito aconselhável, NUNCA abaixe a cabeça.

Porra, talvez errar o caminho não seja tão ruim assim não é? Você quebra a cara, se afunda, mas pode escolher de novo! Deve escolher de novo…

Sabe o que é incerto? O fim… ele não existe… Tudo, tudo mesmo pode ser o início de um novo caminho.

Culatra

Postado em Uncategorized em Março 19, 2008 por vidaefemera

Tá… falei que talvez não postasse todo dia. Sei lá, acho que tô encarando esse blog, como o livro que nunca escrevi… ops… talvez ele se torne um amontoado de crônicas minhas sobre coisas minhas, ou não né.

<fim da introdução>

O que a gente faz quando o tiro sai pela culatra. Sabe o que é culatra? É o pequeno espaço que define a entra do cilindro, ou cano de disparo de uma arma. Seja ela um revolver .22, seja um canhão anti-aéreo… a cula é o buraco por onde a bala passa quando vai em direção ao cano e depois à vítima.

Analisando a posição natural de um atirador, encontramos a culatra encostada aonde? Na fuça de quem mira… É aí que o jogo começa a ficar interessante.

Não atiro, gosto muito de tiro, mas nunca puxei um gatilho contra nada ou ninguém [evil mode on] se bem que às vezes um tiro nos córneos seria o melhor remédio [evil mode off].

Todo o atirador é responsável pela manutenção, cuidado, limpeza e preparação de sua arma. Saca um paraquedista, que se não dobra aquele monte de nylon do jeito certo se fode? Pois é… Se o atirador não limpra, lubrifica, prepara a sua arma, ao atirar pode ter uma desagradável surpresa.

Com a fuça na culatra, para ter firme sua mira, ele puxa o gatilho e a bala, o tiro, ao invés de sair pelo cano, em direção à vítima, sai… pela culatra. E acerta quem? Quem? Quem?

Turn around total, quem é atirador se torna vítima.

Hoje foi um dia especial para mim, constatei mais uma vez que o tiro, que seu tiro, saiu pela culatra. Numa mira mal feita, num apoio desajeitado, numa postura infeliz, o ferrolho voou no seu olho, a bala explodiu seus córneos, acabou com o atentado.

Vai sobreviver, eu sei, eu quero isso… Quero ver se da próxima vez você aprende a atirar direito.

paxYben

Decepções…

Postado em Uncategorized em Março 18, 2008 por vidaefemera

Hoje tô bolado, no bom carioquês. Esse final de semana foi um porre, tomei uma pancada na cabeça… a gente não conhece mesmo as pessoas até que a gente se depare com uma situaçã de prova.

 

Do que as pessoas são capazes, quanto nós humanos podemos descer… Qual o tamanho das máscaras que temos no rosto.

 

Acho que a capacidade de se vestir máscaras mantém nos humanos no topo da cadeia, da pirâmide, é por essa capacidade que estamos aonde estamos. Infelizmente, algumas máscaras ferem, não são só mimetismo. Quando caem, mostram um realidade cruel, infeliz, desajeitada.

 

Não vou aos fatos, deculpem-me, nunca iria expor algum fato aqui que pudesse revelar alguma identidade das pessoas envolvidas na história.

 

Durante esse últimos dias cultivei um ódio, uma mágoa, um rancor muito forte no meu peito, jogo esse que não jogo mais… Não vou perder o meu tempo, saúde, paz de espírito. Não deveria ter perdido tempo lendo aquele e-mail in the first time. Mas a vida tem dessas né… você derepente pensa que vai encontrar alguma luz no fim do túnel, uma ponta de sensatez e, não, encontra só a ponta de um iceberg inútil, negro, mal.

 

Por que a gente se engana com as pessoas, porque a gente não consegue ver através, por de trás, no avesso das máscaras que nós mesmo carregamos. O que seria desse mundo se, por acaso, não houvessem tais disfarces… Um paraíso, a living hell? Não sou eu que vou conseguir e nem tentar responder.

 

O único fato é que saio com a mente sã, o coração em paz, a consciência tranquila. Tenho dó, não… não tenho dó. Dó é um sentimento ruim, talvez tão baixo quanto a escuridão que movem certas pessoas, certas decisões. Não, meu coração não é frio. Só não gosto da dó. Na verdade nem sei que sentimento deveria sentir, por isso me abstenho, não vou sentir nada, não vou lutar contra uma indecisão e tentar montar um cenário do meu julgamento, do que eu acho sobre o que passou, o que aconteceu… Não deveria ter perdido tempo nem com aquela leitura que acabou com o meu final de semana, não vou perder tempo com essa montagem de cenário.

 

End of the journey… Bad trip total, ou parcial, parcial… com certeza. Fim dos sonhos, de sonhos antigos, quem vive de passado é museu. Fim de projetos, projetos tão rotos, tão mal calculados, tão mal engedrados que eram fadados à interdição, demolição e retirada de entulho. Ótimo que isso aconteceu com a força de toneladas de dinamite, que explodiram também as máscaras que formavam todo o teatro.

 

Extreme ways… are back again. Extreme places i did’nt know… Momento de emoções intensas, boas, ruins, fortes, intensas. Obrigado pela ajuda, pela força, pela luz no caminho, pela faísca, pelo fósforo, por acender o pavio.

 

Foda-se você, que nunca foi, nunca será o que deseja ser o  que pinta ser. Aprenda, humilhe-se, engula seco, aprenda a abaixar essa porra de nariz empinado, tropece no salto mais uma, duas, três vezes, tropece até que caia, que se machuque de verdade… Só quero que a cicatriz que se forme revele depois que o que estava guardando era um ser melhor, mais evoluído e não um monstro hibernando, pronto para atacar de novo.

 

Baixe o tom de voz, pare de xingar, pare de ser neurótica, a vida é muito curta pra ser levada tão a sério… Desça daí, assuma, você também é um ser humano, como qualquer outro, não é um espécime em extinção que está sendo caçado, que deve ser derrubado. Você também não é um Moisés, que vai mostrar para todos nós o que é certo, qual é o caminho ou como você é um ser limpo e nós, todos sujos. Ledo, ledo engano… Desça daí.

 

Bem vinda ao mundo real, de novo… De novo, você caiu… LEVANTA e não FUJA! Enfrente o que você tem na ponta do teu nariz. APOIE-SE… PEÇA AJUDA! Seja, simplesmente, humana…

 

Fim do post. paxYben.

Inaugurando…

Postado em Uncategorized em Março 7, 2008 por vidaefemera

Já começo esse blog levando a real. Não sei se esse vai ser o primeiro de muitos posts ou o único, como uma efemeridade, imagino esse sítio acessado por mais de 2.000 feedfreaks, com posts diários, hypes, memes e etc. Toda essse glamour, garbo e elegância que encontramos na população blogueira deste país.

 O VE, nem nasceu e já tem apelido (patchacaparau!) aparece como uma necessidade de seu autor de falar algumas verdades, que ele não conta pra ninguém, nem pra ele mesmo, talvez, em sua vida real. Sabe aquelas verdades, fatos, opiniões, análises que achamos tão sérias, espinhentas, vergonhosas ou cousa assim e preferimos guardar da “vida real”?

 São com essas realidades que surrupiamos da vida real, que guardamos na nossa vida efêmera, ou sonhada, ou imaginda, que pretendo escrever o blog.

 Bem vindos aos que chegarem e ficarem, críticas, piadas e outras brincadeiras são aceitas numa boa. Aos que vierem, acharem uma bosta e nunca mais voltarem, paz e bem.

 paxYben